GERENCIAMENTO TRIBUTÁRIO
A leitura desta pagina poderá mudar seu conceito do que seja um efetivo gerenciamento tributário.

                                                     PRESUMIMOS QUE;

-
 A EQUIPE DE VENDAS de sua empresa seja um show...;
 
-  O MARKETING é extraordinário, conseguem sempre, sair na frente de seus concorrentes,
    levando seu produto às alturas;
 
-  O CONTROLE DE QUALIDADE, nem se diga, conseguiram zerar as reclamações; 
 
-  Deve-se muito, sem duvida, ao seu SETOR DE COMPRAS, que sabem negociar de verdade;
 
-  Seu setor de LOGÍSTICA, mantém sua empresa ligada a seus fornecedores e clientes;
 
-  Seu CPD é de alta eficiência, mantendo a diretoria e, seus encarregados altamente
    atualizados com tudo o que ocorre em sua empresa;   
 
-  A área de RECURSOS HUMANOS, está sempre cuidando de manter o homem certo no
    lugar certo; 
 
-  A GERENCIA DE MANUTENÇÃO, cuida de forma exemplar da segurança de seus funcionários,
    mantendo seu equipamento na mais perfeita ordem, e assim,
   
    ...todos os seus outros departamentos, sem duvida,
estão de parabéns... a empresa
    não mede esforços para manter-se entre as líderes de mercado, em todos os setores,

                 

                                      OU SERÁ QUE NÃO...  


D
esculpem, mas não vimos nada ai em cima, que demonstre o zelo e o carinho com que sua empresa trata
seu maior sócio.
 

Falamos daquele Sócio que detém na realidade mais de 40,0%  do capital de sua empresa (mais de 40,0% do PIB).
Com as atuais reformas tributárias, a previsão é de que não pare por ai.    
Falamos daquele sócio majoritário, que lhe impõe uma Carga Tributária média, superior a 40% sobre seu faturamento
e, uma carga média de 56%  sobre seus lucros. (
Confira)


É, ou não é seu sócio majoritário?
E mais, é um sócio absolutamente alheio aos problemas de sua empresa.
Não é sócio de capital, nem de indústriaNão importa se há lucros ou prejuízos mas, a parte relativa
às suas "retiradas" é sagrada, chova ou faça sol. Raramente aceita renegociar seus créditos e, quando
o fazem, custam-lhe os olhos da cara, e exigem todas as garantias possíveis. 

M
uito mais raramente ainda, aceita discutir com V., e seus concorrentes sobre o que realmente se possa
fazer para um incremento de sua produção, um barateamento de seus serviços essenciais.
É um sócio, que não gosta de falar ou discutir sobre "incentivos", sobre juros baixos, sobre financiamentos
diretos ou indiretos
etc.

E ainda, para não se alongar demais, mantém uma equipe de fiscais, não no intuito de orientação, mas com o
fim precípuo de fiscalizar suas atividades (no que tange é claro), a única parte que lhe interessa - o fator
financeiro -, aplicando-lhe pesadas multas quando entende que existe, ou possa existir, a mais tênue hipótese
de V. ter cometido, mesmo que involuntariamente qualquer erro, que possa diminuir-lhe os interesses financeiros
e ou, sua forma de cobrança. 

              
                            O QUE V. DEVE FAZER COM ESSE SÓCIO ?

O mesmo que faz com V.  -  Cuidar de manter um efetivo Gerenciamento Tributário  
(Leia sobre)Ao longo
dos anos, nós formulamos um sistema inédito e moderno, uma Engenharia Tributária, para verificar notadamente,
se os tributos cobrados estão amparados de legalidade, além de ir atrás de seus valores de crédito por esses
recolhimentos indevidos (eventuais ou não) e a maior (5/10 anos retroativamente).  
    
S
e os percentuais aplicados são corretos, se V. não está recolhendo valores e ou tributos, que já não podem
mais ser cobrados
.    Se não há caducidades, favores ou perdões tributários (perdão Legislativo), aplicáveis
entre aqueles que representam seus débitos e ou ainda, permissivos isonômicosSe a aplicação de atualização
monetária
, juros e demais, não se encontram em cascata, em duplicidade, ou cobrados de forma abusiva
e ilegal
.

S
e, os enquadramentos de cobranças tributárias estão efetivamente corretos, se as multas aplicadas tiveram
amparo legal
e ou, obedeceram as formalidades legais exigíveis, etc. (muitas delas devem ser simplesmente
arquivadas).

E afinal, não se deixe iludir. Verifique sempre, através uma assessoria de qualidade, se as "novidades tributárias",
que acenam como se fossem grandes favores fiscais às empresas, são na realidade o melhor para V., ou a única
solução para seu negócio.  

A
final, V. não é obrigado a aceitar propostas, sem antes analisá-las à luz de seus reais e efetivos interesses.

D
iz um velho adágio:  "Laranja madura, na beira da estrada, ta bichada ou tem marimbondo no pé." Não confie
simplesmente - analise, e confira! ...nossa equipe lhe fornece os subsídios.


Lutar e propugnar por seus direitos, é preceito constitucional.

Isso justifica os meios que usamos para a análise de seus tributos "pendentes", seja em que fase for e, nossa
orientação para livrar-se dos excessos, e dos prazos apertados que seu "sócio" lhe impõe. 

Nos dias de hoje, com uma economia globalizada, uma empresa só pode ser considerada, com identidade
de primeiro mundo, se fizer agregar entre seus departamentos, um setor de Gerenciamento Tributário (e isso
se faz, através seus próprios funcionários, seus diretores, seu corpo jurídico), apenas  com a transmissão de
nossa assessoria, experiência jurídica e administrativa.

É
a única forma inteligente de manter a segurança e perenidade de sua empresa. 

Entretanto e em contrapartida, não se iluda, esse é um setor que tem que ser orientado por competentes e
experientes profissionais da área. Não caia em esparrelas milagrosas, isso não existe.   

Q
uase nenhuma empresa, mesmo as de primeiro mundo, tem condições de manter uma equipe que denominamos
de " inteligência fiscal " (nós temos I.F.). A razão é simples, um departamento como esse, necessita de um grupo
altamente experiente (com muitos anos na área tributária), em trabalho full-time, mantendo um manancial de
informações, aliado a um vasto sistema integrado, com matéria desde doutrinária, estendendo-se a legal e
jurisprudencial diária, além do inevitável amontoado das alterações cotidianas no âmbito tributário e fiscal
(a velocidade basica das alterações de matéria tributária, ocorre em média, a cada 28 horas), mesmo assim, ainda faltaria
aquilo que chamamos de Isonomia Tributária.     

E, isso é muito importante porque
; estariam as margens do que chamamos de prática isonômica, isto é,
estariam vinculados aos problemas de uma só empresa, de uma só experiência, quando nossa equipe é versada
em áreas e problemas dos mais variados, mercê ao leque de atendimento ao longo dos anos.
 
Esse detalhe por si só, cerceia, bloqueando por completo as aplicações quase simultâneas de permissivos legais
de caráter urgente
.

E
como dissemos acima, "tem, e deve ser orientado". Por essa razão, seu jurídico pode tranqüilamente prestar esses
serviços, porquanto fica a nosso cargo as necessárias orientações, que não se encontram em livros ou cursos.


 LEMBRE-SE QUE: 
sua empresa, não precisa ficar indefinidamente atrelada a nossa equipe.
 

Senhor empresário. Todos os seus problemas tributários e fiscais, são analisados pessoalmente, com a maxima discrição e confidencialidade. Não fornecemos listagem de clientes.  
 

                                                              FORMULÁRIOS DE CONSULTAS E ENTREVISTAS